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sábado, 30 de maio de 2009

Tarso: a mudança que o Rio Grande precisa.

Neste domingo, em Porto Alegre, acontece de fato a largada da disputa interna do Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul, ao Governo do Estado, concorrem a indicação, o Prefeito Reeleito de São Leopoldo Ary Vanazzi, o Deputado Estadual Adão Villaverde e o Ministro da Justiça Tarso Genro. Amanhã acontece a plenária pró-Tarso.
Explico aqui a opção deste blog pela candidatura Tarso 2010 governado, Tarso possuí mais experiência, é equilibrado e tem uma grande comunicação com a sociedade. Tarso tem a simpatia para a formação de uma política de alianças que volte a levar o PT ao comando deste estado, e isso ficou evidente nas últimas pesquisas onde ele aparece como primeiro nome para a sucessão estadual.
Por isso, Tarso é a mudança que o Rio Grande do Sul precisa, pra unir o PT e voltar a governar pra quem mais precisa.
Agora é Tarso aqui e Dilma Lá!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Zé Adolfo no PT Camaquã?

Zé Adolfo, como é conhecido, já havia conversado com lideranças Petistas e afirmado que deverá voltar pro cenário político camaquense após concluir alguns projetos profissionais que estão em andamento. Segundo Eduardo Silva, presidente do PT de Camaquã, o "Zé Adolfo é uma pessoa qualificada que não pode ficar fora da política local, nós do PT, queremos o Zé no Partido, mas respeitamos o tempo que ele precisa". No intuito de sensibilizar o Eng. José Adolfo Castro, um grupo de Petistas estiviram junto com o Líder do Governo Lula na Câmara, o Dep. Henrique Fontana visitando o escritório profissional do ex-vereador.
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Contribuição feita pelo Blog PT Camaquã

terça-feira, 26 de maio de 2009

PT Camaquã lança blog

Em mais uma iniciativa, o Partido dos Trabalhadores lança seu blog ptcamaqua.blogspot.com, um canal pretende difundir as idéias das principais lideranças camaquenses e o mandato do Vereador José Carlos Copes.
Esta iniciativa, mostra que o partido vem democratizando o acesso ao debate interno e tornando pública a sua posição, bem como fomentando a formação partidária que também se dará por esse processo.
Além das PTerças já criadas como reuniões que ampliam a formação, o blog possibilita comentários e debates pertinentes a vida partidária interligando camaradas que se encontram fora do mesmo ambiente e mesmo assim podem estar debatendo via blog.
Os meus sinceros votos de sucesso a esta bela iniciativa.

sábado, 16 de maio de 2009

Rápidas da Política Camaquense

Os petistas estão eufóricos com a ascenção do nome do Vereador José Carlos Copes para Prefeito da cidade. Os Petistas demonstram estar em sintonia com o projeto, lideranças como o ex-vereador José dolfo Castro parece estar próximo da legenda, embora nada esteja confirmado. Boa parte deste entusiasmo se dá graças as boas gestões na metade sul do rio grande, e a presença do Secretário de Turismo Indústria e Comércio de São Lourenço do Sul e Presidente da Ad Costa Doce, Zelmute Oliveira na atuação na região.

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O ex-prefeito e Secretário Estadual da agricultura, João Carlos Machado pode ser em breve o novo Presidente da FARSUL - Federação da Agricultura do Estado do RS- com isso João Carlos Machado não concorreria a nenhum cargo na próxima eleição estadual.

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Ernesto Molon tem a insensibilidade de mandar um projeto de aumento de salários aos servidores com aumento de 1% para a Câmara de Vereadores. Sindicato dos Municipários Chia e com razão.

Será esta a valorização dos servidores em Camaquã?

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Corsan de Camquã em pé de guerra, logo depois da demissão da diretoria da instituição, peemedebista começaram a cotar o cargo, o PSDB afirma requerer o cargo e impossar a diretora demitida imediatamente mas nem a influência do camaquense Paulo Souza que trabalha no gabinte da governadora parece ter forças e respaldo para conseguir. O clima entre PMDB e PSDB está fervendo na cidade.

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O Deputado Federal e Líder do Governo Lula na Câmara dos Deputados, Henrique Fontana veio a cidade ver as obras do IFET e na reunião almoço da ACIC, nas próximas semanas deve vir o Deputado Federal Fernando Marroni, e mais adiante o também Deputado Federal Pepe Vargas, ambos do Partido dos Trabalhadores para próximas reunio~es almoçoas na ACIC.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

O Caixa dois do caixa dois.

Gravações e um depoimento da empresária Magda Koenigkan lançam uma nova sombra sobre o governo Yeda Crusius

Por: Igor Paulin

Jefferson Bernardes/Palácio Piratini
RESPOSTA TUCANA
Yeda contesta a validade dos áudios de Ferst e da entrevista de Magda: "As fitas não são prova, mas são usadas pela oposição para me enfraquecer"

A governadora gaúcha Yeda Crusius, do PSDB, não tem sossego. Enfrenta acusações de ter usado caixa dois em sua campanha eleitoral desde antes de tomar posse, em janeiro de 2007. Fato espantoso, as primeiras denúncias partiram de seu vice, Paulo Feijó. Como se não bastasse, no mesmo ano, a Polícia Federal desbaratou uma máfia que desviava recursos do Detran gaúcho. Os escândalos ceifaram três secretários de governo e o chefe da representação do Rio Grande do Sul em Brasília, Marcelo Cavalcante. Em seguida, a governadora foi obrigada a explicar onde arranjou dinheiro para comprar, no fim de 2006, uma casa em um bairro nobre de Porto Alegre. O caso, que lhe rendeu um pedido de impeachment, acabou arquivado pelos promotores gaúchos. Em fevereiro passado, a morte repentina de Marcelo Cavalcante injetou uma dose de tragédia nas agruras do governo tucano. O corpo do ex-assessor foi encontrado boiando no Lago Paranoá, em Brasília. As investigações policiais indicam que ele se suicidou. Assessor de Yeda entre 2002 e 2006 e coordenador de sua campanha eleitoral, Marcelo conhecia o PSDB gaúcho na intimidade. Com seu desaparecimento, parecia ter se perdido uma das mais acuradas memórias da campanha e dos primeiros dias do governo Yeda.

Era uma presunção falsa. Na mesma semana da morte de Marcelo, descobriu-se que os procuradores federais dispunham de gravações nas quais o ex-assessor relatava irregularidades na campanha e na gestão da tucana. VEJA teve acesso a parte desses áudios. A reportagem ouviu uma hora e meia das dez horas de diálogos mantidos entre Marcelo e o empresário Lair Ferst, um dos acusados de participar dos desvios no Detran gaúcho. Neles, fica claro que o ex-assessor conversava com liberdade com Ferst, que o ajudara a arrecadar dinheiro para a campanha tucana. Nos trechos analisados por VEJA, há três fatos que merecem ser investigados.

• De acordo com Marcelo, Yeda recebeu dinheiro no caixa dois depois que a eleição terminou. Ele conta que, após o segundo turno, coletou 200 000 reais da Alliance One e outros 200 000 reais da CTA-Continental. São duas fabricantes de cigarros que, segundo Marcelo, fizeram as doações em espécie. O ex-assessor diz que entregou esse dinheiro a Carlos Crusius, marido da governadora. Procurados por VEJA, os executivos da Alliance One negaram ter abastecido qualquer caixa dois e mostraram um recibo que comprova a transferência bancária de 200 000 reais para o diretório estadual do PSDB. Já a CTA-Continental contesta ter feito qualquer doação à tucana. "Se me perguntar se me pediram dinheiro, direi que sim. Mas não levaram", diz Allan Kardec Bichinho, presidente da empresa.


Fotos Carolina Bahia/Ag. RBS e Cristiano Estrela/Ag. RBS
INCONFIDÊNCIAS GRAVADAS
Marcelo Cavalcante (à esq.) e o empresário Lair Ferst: conversas registradas

• Marcelo afirma que algumas despesas do comitê eleitoral de Yeda foram custeadas pela agência de publicidade DCS, que não prestava serviços à campanha nem fez doações oficiais. Segundo o ex-assessor, a DCS pagou, por exemplo, suas passagens aéreas e diárias no flat Swan Molinos, em Porto Alegre. Após a eleição, arcou com recepções oferecidas por Yeda em sua casa. Depois que ela tomou posse, a agência continuou quitando as passagens e diárias de Marcelo. Yeda renovou os contratos que o Banrisul mantinha com a DCS. A VEJA, a agência negou ter pago essas contas.

• O ex-assessor diz que avisou Yeda sobre o esquema de corrupção no Detran gaúcho e conta ter entregado à governadora uma carta de oito páginas na qual o empresário Lair Ferst descrevia o modo como os recursos eram desviados da repartição. Ferst escreveu essa carta para tentar livrar-se da suspeita de envolvimento no esquema.

A reportagem de VEJA teve acesso a esses áudios há quarenta dias. Só os divulga agora depois de ter encontrado uma fonte com credenciais suficientes para comprovar sua autenticidade. Ela é uma testemunha que também ouviu as gravações e assegura que Marcelo reconhecia como legítimo o seu conteúdo. Mais: o ex-assessor relatou-lhe os mesmos fatos. Essa testemunha, Magda Cunha Koenigkan, foi companheira de Marcelo. Dona de uma revista brasiliense, a Sras&Srs, ela relutou em revelar o que sabia. Temia perder o apoio financeiro para sua revista por parte de governos aliados de Yeda. Magda diz que decidiu correr esse risco em nome da memória do homem com quem viveu por quinze meses. Em cinco horas e meia de entrevista a VEJA, contou que Marcelo soube da existência dos áudios, gravados por Lair Ferst, em novembro de 2007. "Lair mostrou as gravações e disse que as entregaria às autoridades para provar que os responsáveis pelos desvios no Detran eram integrantes do governo Yeda, e não ele", lembra Magda. Ao ouvir isso, seu companheiro se desesperou: "Entrou em depressão e passou a beber".

De acordo com ela, Marcelo parecia ter reencontrado o equilíbrio em janeiro deste ano, quando aceitou confirmar o conteúdo das gravações aos procuradores federais que apuram o episódio. Chegou a marcar uma data para seu depoimento, mas morreu duas semanas antes da audiência. As declarações de Magda, segundo ela ouvidas diretamente de Marcelo, são desastrosas para o governo tucano do Rio Grande do Sul. Elas mostram uso de caixa dois e desvio de recursos eleitorais para aumento de patrimônio pessoal. A presente reportagem revela que os áudios existem e que Magda Koenigkan diz ter ouvido do namorado o atestado de sua legitimidade. Mas os áudios não são provas processuais e, a VEJA, Yeda afirmou desconfiar de sua autenticidade. O PT já coletou catorze das dezenove assinaturas necessárias para constituir uma CPI na Assembleia Legislativa com o objetivo de investigar essas suspeitas. Só a CPI e as demais autoridades podem decidir se as gravações são evidência legal dos desvios ali narrados.

"Se sair na mídia, não vai ser bom"

Cristiano Mariz

A empresária Magda Koenigkan viveu quinze meses, a partir do fim de 2007, com Marcelo Cavalcante, coordenador de campanha de Yeda Crusius, encontrado morto em fevereiro passado. Ela relatou a VEJA as confidências que seu companheiro lhe fez sobre irregularidades que teriam sido cometidas em nome da governadora gaúcha

Como era a relação de Marcelo Cavalcante com Yeda Crusius?
Era assim: na campanha ela ligava para ele a todo instante e pedia: "Marcelinho, precisamos arranjar 10 000 reais para isso e aquilo". E ele arranjava.

Era ele, então, quem coletava doações?
Se havia um dinheiro para receber, Marcelo pegava e entregava a Carlos Crusius (marido da governadora). No começo (da campanha), tinha de convencer as pessoas a colaborar. Quando Yeda começou a subir nas pesquisas, ficou mais fácil. Vinham 200 000 reais dali, 100 000 de lá. Só que esse dinheiro não entrava para o caixa.

Ia para onde?
Olha, entre o fim do segundo turno eleitoral e a semana posterior à eleição, Marcelo recebeu 400 000 reais de dois fabricantes de cigarro, 200 000 de cada um. Ambos pediram para que a verba não fosse entregue oficialmente. Então, foi para o caixa dois.

Marcelo falava em caixa dois?

Até do caixa dois do caixa dois. Marcelo deu os 400 000 reais a Carlos Crusius no comitê da campanha. Crusius agradeceu e foi para uma sala mais reservada, enquanto Marcelo conversava com fornecedores que esperavam para receber o dinheiro que lhes deviam. Aí, Crusius apareceu e disse: "Quero me desculpar. Não conseguimos o dinheiro. Vamos precisar de mais um prazo. Espero sua compreensão".

Como Marcelo reagiu?

Foi tirar satisfações com Crusius. Ele sempre me repetia essa história. Contava que disse a Crusius: "Como não tem dinheiro? Entreguei na sua mão". Marcelo acreditava que Crusius escondia tudo da governadora. Mas ela justificou a história. Chegou e disse: "Marcelinho, Crusius quer pagar uma dívida antiga nossa que está apertando a gente e, se sair na mídia, não vai ser bom". Marcelo se indagava sobre que dívida era aquela. Ele, que cuidava das finanças dela, não conhecia essa dívida.

O que foi feito dos 400 000 reais?

Passado algum tempo, Crusius finalizou a compra de uma casa. Pelo que o Marcelo contava, usou os 400 000 reais nisso.

A casa da governadora?

É. O Marcelo falava que o pai de um dos secretários da governadora simulou ter comprado um apartamento dela na praia. Teria sido uma venda forjada para mostrar que ela tinha renda para comprar a casa. Contou também que a casa custou cerca de 1 milhão de reais, talvez mais. Mas esses 400 000 foram entregues por baixo do pano (ao vendedor).

Marcelo relatou-lhe outras irregularidades?

Sim. Quem pagava as passagens aéreas e hospedagem para o Marcelo e a equipe da campanha de Yeda? O caixa dois. Marcelo se hospedava no hotel Swan Molinos (em Porto Alegre). Quem pagava era uma agência de publicidade, a DCS. Arcava também com os jantares que a governadora fez antes e depois da eleição.

Houve irregularidades antes da campanha eleitoral?

Marcelo contou que, quando ela era deputada, todo mês entravam cerca de 10 000 reais de um sindicato (Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Sicepot). O dinheiro ia diretamente para a governadora. Quem pegava era uma mulher contratada pelo Marcelo, Walna Vilarins (atual coordenadora de ações administrativas do governo gaúcho).

Por que Marcelo participou do governo Yeda, mesmo sabendo desses fatos?

Houve um momento em que ele mudou. Em novembro do ano passado, chegou ao conhecimento dele que havia áudios em que ele falava sobre as doações de campanha, como funcionava o pagamento da hospedagem da equipe e a compra da casa. Marcelo ficou muito angustiado e apreensivo.

Quem gravou esses áudios?

Outro integrante da campanha de Yeda, Lair Ferst. Ele ajudou Marcelo a arrecadar dinheiro. Entre 2006 e 2007, eles se encontraram diversas vezes. Em novembro, Lair contou a Marcelo que tinha gravado todos esses diálogos e que ia entregá-los à Justiça.

Marcelo avisou o governo Yeda?

Sim. Sugeriu que fizessem um acordo com Lair. Disse que havia muitos indícios do caixa dois e que Lair tinha ido com ele pegar dinheiro em empresas que não aparecem em lugar nenhum na receita declarada de campanha.

A senhora ouviu as gravações?

Ouvi. São conversas em barzinhos. Em janeiro, Marcelo foi procurado pela Justiça para confirmar se a voz nas gravações era dele e se tudo aquilo que ele dizia nelas era verdade. Estava com depoimento marcado entre a semana do Carnaval e a seguinte, mas morreu antes disso...

Marcelo lhe disse que iria confirmar que a voz das gravações era dele?
Sim
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Matéria reproduzida do CPERSAL

domingo, 10 de maio de 2009

Moraes, um lutador social

Na última sexta-feira São Lourenço do Sul se despediu do Ex-vereador e ex-coordenador da Divisão de Trânsito da Prefeitura, Luiz Mar Moraes, que era suplente da bancada petista na Câmara de Vereadores Lourenciana.
Moraes lutava contra um câncer descoberto a poucos meses e não resistiu na noite de quinta-feira, Moraes era Inspetor da Policia Civil na cidade, e foi vereador ainda pelo PDT, exerceu a coordenação de trânsito na primeira gestão do Prefeito Zé Nunes.
Moraes sempre pautou a sua luta na defesa dos menos assistidos e com discurso forte denunciava as irregularidades ao qual acontecia com sua comunidade. O Prefeito Zé Nunes decretou luto oficial de 3 dias pelo falecimento e disse que o PT perdeu um lutador social.
Adeus companheiro!

terça-feira, 28 de abril de 2009

3° PTerça

Como de costume em Camaquã, o Partido dos Trabalhadores em toda primeira terça do mês realiza uma atividade a fim de conjunturar companheiros da temática política e de informes que ajudem no fortalecimento da vida partidária. Na 1° PTerça, em março, tivemos a contribuição do Presidente da AD Costa Doce Zelmute Oliveira, que é também Secretário de Turismo, Indústria e Comércio de São Lourenço do Sul, onde explanou a sua gestão em frente ao desenvolvimento regional.
Na 2° PTerça, tivemos o Coordenador da Bancada Petista na Assembléia, João Vitor, que relatou as investigações e o desgoverno Yeda.
E na 3° PTerça, será o com o Presidente Estadual do PT, Olívio Dutra, num super jantar de confraternização e mobilização frente campanha 2010.
Então Pega a bandeira, vem pra rua, vem participar...

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Um palanque duro para o PDT camaquense

O Partido Democrático Brasileiro de camaquã, está num dilema com a provável candidatura de José Fogaça (PMDB) ao governo do estado em 2010, isso tudo porque o seu vice em Porto Alegre, José Fortunati é pedetista, e assumiria a prefeitura da capital dos gaúchos, com a legitimidade de pleitear o cargo a uma reeleição, este é o pos. Os contras ficam por conta do último pleito da cidade e a disputa acirrada entre as coligações de PMDB de Molon e coligações de PDT de Hermes.
Uma provável candidatura de Fogaça, além de uni-los, poderia juntar ainda o PP de João Carlos Machado, ex-prefeito e atual secretário estadual da agricultura, figura que teve no PDT e PT principais oponentes em sua gestão.
Você já imaginou todos eles num palanque? é não dá pra imaginar mesmo. Por isso, e principalmente por Hermes ter participado de programas específicos da gestão petista de Olívio Dutra no estado, tenho certeza que o agora assessor da bancada pedetista na Assembléia Legislativa defenda uma coligação a nível estadual com o PT.
Aguardemos, pois a política é dinâmica.

PMDB e PT juntos? Nunca!

Diferentemente do que acontece no Brasil, onde o PMDB é aliado da gestão petista, o inverso em Camaquã não acontecerá. Digo isto, perante ao inúmeros comentários que se vê na cidade e até em orgãos de imprensa local.
E os comentários não acontecem por nada, o PMDB camaquense desde que assumiu corteja os petista, principalmente após o episódio em que petistas foram decisivos para a aquisição do CEFET, agora IFET, para o município, e isto não é pouca coisa, pois simboliza o maior investimento em educação do Governo Federal em toda a região.
Nas últimas eleições, ficou claro a oposição de petistas a este governo e este projeto político que administra Camaquã, tanto é verdade que indiscutivelmente a atuação do Vereador Petista José Carlos Copes é considerada uma das mais significativas do legislativos, cumprindo o papel que a urna os escolheu, o de ser oposição, propor, legislar e de fiscalizar o governo municipal.
Como menbro da executiva municipal do Partido dos Trabalhadores, expresso minha opinião e asseguro a nossa atuação com o compromisso voltado para o bem de Camaquã, assim parafraseio o ex-prefeito Hermes Rocha (PDT) que disse após as eleições "A população nos colocou no papel de oposição, e é lá que estaremos cobrando, fiscalizando e propondo ações para melhorar nossa Camaquã.

Joel Santana
Secretário da Juventude do PT Camaquã

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Petistas rumo a 2010

Ary Vanazzy, Prefeito de São Leopoldo, é o nome cogitado pela Tendência Interna Articulação de Esquerda do Partido dos Trabalhadores para a disputa do pelito estadual de 2010. Vanazzy é prefeito reeleito do município e afirma que mesmo com as desistências de Olívio e Paim em concorrer ao Piratini, e a evidência eminente da afirmação do Ministro da Justiça, Tarso Genro, em ser o candidato favorito dentre as forças do partido, não retira a sua pré candidatura ao pleito da vaga partidária.

Outro fato, é que com o falecimento do Deputado Federal Adão Pretto, o Deputado Estadual Marcon deve sair como candidato a Câmara dos Deputados e com isso a volta de Frei Sérgio a concorrer a Deputado Estadual é cogitada com intensidade.

E que a Vereadora de Porto Alegre Maria Celeste, que trocou internamente de corrente, deve disputar uma vaga a Assembléia Estadual.

Além de Marcon, Zulke, Fabiano Ṕereira, Bohn Gass, Ivar Pavan e Vilaverde disputarem vagas a Câmara dos deputados.

E na região sul cresce o nome de Zelmute Oliveira, Secretário de Turismo, Indústria e Comércio de São Lourenço do Sul que faz um trabalho voltado ao desenvolvimento sustentável regional.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Agora é Tarso e Dilma

Sem sombras de dúvidas, o Partido dos Trabalhadores devem optar por essa dobradinha, no RS o nome de Tarso Genro, Ministro da Justiça, se consolida cada vez mais, e no Brasil Dilma Rousseff é mais que confirmada pelo partido para o próximo pleito.
A Tendência Interna Esquerda Democrática, do Deputado Federal Henrique Fontana e da Deputada Estadual Stela Farias, reunida no último sábado definiu o apoio a Tarso e Dilma respectivamente em reunião na Assembléia Legislativa.
As pesquisas já refletem isso, com Dilma crescendo fortemente nas intenções de voto e a popularização, e no RS, Tarso aparece na frente superando a própria governadora do estado Yeda Crussius, que tem uma das piores aprovações de todos os governadores.
As dúvidas daqui pra frente se valem das coligações que cada partido devem articular, e ai sim isso pode se desenhar e definir os cenários.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Alta Tensão

As denuncias de semana passada contra o governo Yeda de atos ilicitos na campanha e em sua gestão, anunciadas em coletiva pelo PSOL, ainda está causando fortes repercurssões, principalmente após a morte de Marcelo Cavalcante.
O PSOL alega que as provas das denuncias estão com o Ministério Público e correm em segredo de justiça, e que em breve os esclarecimentos virão a tona, já o governo Yeda e seus acusados tentam minimizar as questões e atacam uma provavel "esquerda e direita golpistas", assim arrefeceu o clima nos bastidores da politica gaúcha.
O vice de Yeda, Paulo Feijó do DEM, que já não possuí uma bopa relação com o governo, aquebrantou e disparou novamente críticas ao governo. Enquanto isso Polícia Federal foi encaminhada para participar e acompanhar parte das investigações envolvendo o caso.
O PT na Assembléia solicitou ao colégio de Líderes das bancadas partidárias que solicitassem pedido de informações ao Ministério Público sobre as acusações do PSOL, que acabou não ocorrendo, devido a base governista ser maior, mas estranho mesmo, é o Deputado Estadual Heitor Schuch (PSB), Oposição, ou digamos ser, ser contrário ao pedido de informações.
Alias, muito estranho!
Por fim, o clima é de altas tensão e seguem os depoimentos na polícia em Brasília sobre a morte de Marcelo Cavalcante.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Resolução do PT: É hora de aprofundar as mudanças e de fazer o embate ideológico

O Diretório Nacional do PT aprovou na terça-feira (10) resolução política contendo uma análise da crise econômica internacional, das condições criadas pelo governo Lula para enfrentar seus efeitos no Brasil e de como essa nova realidade irá influenciar o debate em torno da sucessão presidencial em 2010. Segundo o documento, a crise abre uma oportunidade para o aprofundamento das mudanças em direção a um novo modelo de desenvolvimento e coloca em evidência a oposição que há entre o projeto petista de país e o modelo neoliberal falido, cujos principais ideólogos e propagandistas no país são o PSDB e o DEM. Leia a integra:

Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores
Resolução Política

O centro da conjuntura de 2009 é a crise econômica que, originada no núcleo do sistema capitalista mundial – os Estados Unidos –, se propagou a todo o planeta. Embora os impactos da crise não sejam da mesma natureza e magnitude em todos os países, a retração da atividade econômica e o aumento do desemprego, que se seguiram à desorganização do sistema de crédito e financiamento, são hoje fenômenos comuns a praticamente todos os países.

Nos Estados Unidos, os indicadores relativos a esses aspectos já atingem valores significativos, com tendência a agravarem-se no curto prazo. O recém empossado governo Obama apresentou um plano de recuperação da atividade econômica que, embora envolva considerável volume de recursos, não permite antecipar se será suficiente para reverter a trajetória regressiva da economia norte-americana.

A China, que depende fortemente das importações americanas, luta para manter um crescimento acima de 7%, o que representa forte desaceleração com relação ao padrão registrado nas últimas décadas. As perspectivas de desemprego são, lá, igualmente preocupantes.

Na Europa e no Japão, a recessão avança a passos largos, setores relevantes da indústria anunciam grandes prejuízos e demissões de dezenas de milhares de trabalhadores e as previsões de aumento do desemprego são alarmantes.

As repercussões sociais já se afiguram graves no mundo, ampliando a pobreza e a desigualdade, com a demissão em massa de trabalhadores, com a redução do investimento em programas sociais e da solidariedade internacional, com o recrudescimento de medidas duras contra os imigrantes, em especial na Europa, com a queda na renda das famílias e a dificuldade de manter o anterior padrão de vida.

A crise que começou e continua intensa no setor financeiro dos países mais desenvolvidos, espalha-se pelo restante da economia: com a suspensão de novos investimentos em grande parte do setor privado; com a redução do comércio internacional segurando a produção em todo o mundo; com o anúncio de novas medidas protecionistas em países ricos afetando as economias dos outros países; com a queda dos preços de produtos de grande importância na vida econômica dos países da América Latina, Ásia, Oriente Médio e África, as chamadas commodities (alimentos, minérios, petróleo); com a retirada de capitais destes países e seu retorno aos países centrais; com as mudanças cambiais que enfraquecem as moedas destes países e encarecem os produtos que adquirem.

A grave crise econômica atual, além de agravar a crise social e alimentar já antes dramática em várias partes do mundo, vem se somar à intensa crise ambiental para a qual o capitalismo não consegue dar resposta. Estamos diante de uma crise do sistema capitalista como um todo, na forma neoliberal que assumiu nos últimos trinta anos. Tanto que ela teve seu início nos países centrais, em especial nos Estados Unidos, que foram o motor principal da política neoliberal que se expandiu pelo mundo todo.

A economia neoliberal se caracterizou por um novo processo de concentração de renda nas camadas mais ricas e pelo estímulo ao consumo das camadas mais pobres e das classes médias através do sistema financeiro, que lhes emprestava recursos impagáveis; por deixar a regulação da economia nas mãos dos agentes privados do mercado, em especial os grandes bancos, as grandes corporações e os grandes especuladores; pelo enfraquecimento do papel do Estado, retirando-se da regulação da economia e dos investimentos produtivos e sociais; pela onda de privatizações que pôs em mãos privadas setores estratégicos da economia; pela imposição da liberdade de comércio internacional, ao mesmo tempo em que se mantinham medidas protecionistas no território dos países mais ricos.

A ausência de um conhecimento preciso da magnitude dos ativos podres ainda em poder dos bancos e das perdas patrimoniais das empresas não permite ainda vislumbrar a extensão que podem adquirir esses processos regressivos, lançando sobre o futuro uma densa sombra de incertezas.

Governos de todos os continentes rasgam as cartilhas neoliberais e recorrem à intervenção estatal para reduzir a catástrofe provocada pela desregulamentação dos mercados financeiros e pela especulação. O desequilíbrio nas contas externas de vários países e o aumento do desemprego propiciam esse tipo de iniciativa, que coloca em risco o comércio internacional e cuja multiplicação conduzirá, como ocorreu no passado, a um agravamento da crise. Renascem na Europa brotos de um nacionalismo primário – manifesto na discriminação de trabalhadores estrangeiros – e começam a se generalizar fenômenos de insatisfação e instabilidade social. Ao mesmo tempo, teve início uma onda neoprotecionista, provocada pela "nacionalização" crescente dos mercados financeiros, pelo desequilíbrio nas contas externas de vários países, pelo aumento do desemprego e pela tentativa de proteger as grandes empresas nacionais da concorrência estrangeira. O exemplo mais recente é a emenda “buy american”, acrescida ao pacote de Obama na Câmara dos Deputados dos EUA.

Em síntese, estamos diante da maior crise econômica mundial desde a Grande Depressão originada em 1929, cujos efeitos se prolongaram por mais de uma década e desembocaram em uma das mais trágicas páginas da história da humanidade. Nesse contexto, a intervenção do Estado desmoraliza o discurso conservador hegemônico nos últimos 25 anos – o que equivale, na disputa político-ideológica, a queda do “muro de Berlim” neoliberal.

O governo brasileiro tem uma presença forte na cena mundial, onde defende reformas radicais e urgentes dos organismos econômicos e financeiros multilaterais. Há menos de dez anos, vivíamos sob a hegemonia das idéias e das práticas neoliberais, com o governo dos Estados Unidos se colocando como metrópole absoluta de um mundo unipolar. Então, lutávamos contra o senso comum para afirmar que "outro mundo é possível".

Hoje assistimos ao declínio simultâneo da hegemonia dos EUA e do neoliberalismo. Ao mesmo tempo, a América Latina e Caribenha vive um momento especial de sua história: nunca tantos países foram governados por forças de esquerda e progressistas, onde estamos criando as condições para um desenvolvimento e uma integração de novo tipo, capazes de enfrentar e superar a crise em benefício das maiorias.

É importante ressaltar, entretanto, que os desdobramentos da crise econômica, com seus efeitos sociais e políticos, terão decisiva incidência nas eleições de 2010 e em outros processos sucessórios que se avizinham na América do Sul.

Este momento difícil para os povos do mundo exige de nós, militantes da esquerda, revigorar a nossa presença política e a nossa mobilização. É o momento de ofensiva contra a ideologia dos senhores do capitalismo mundial, que passa pelo melhor entendimento do que ocorreu e ocorre no mundo, pela proposta de alternativas ao capitalismo neoliberal e pela ação. De maneira similar ao que se passou nos anos 1930, assistimos a uma disputa entre diferentes projetos: forças conservadoras, progressistas e socialistas competem para definir o desenho do mundo pós-crise.
Neste sentido, é fundamental que os partidos de esquerda e os movimentos sociais vinculados aos trabalhadores realizem um amplo e qualificado debate sobre a crise e, principalmente, sobre as alternativas.

As medidas adotadas pelo Governo Lula para enfrentar a crise estão no rumo certo: mais investimento público, mais mercado interno, mais Estado e mais integração continental. É o caso da redução da vulnerabilidade externa da economia, da criação de bases sólidas para a elevação do ritmo de crescimento econômico, da consolidação da estabilidade macroeconômica e dos significativos avanços na distribuição da renda e na ampliação do mercado interno, mediante o aumento do emprego, a elevação do salário real e os programas de transferência de renda. Embora tudo isso não impeça, principalmente em uma economia mundial globalizada e desregulamentada como a atual, que sejamos afetados pela crise, sem dúvida aumenta nossa capacidade de absorção de seus efeitos e cria condições favoráveis para uma subseqüente retomada do crescimento.

A retração da demanda externa, a diminuição dos preços de produtos relevantes na nossa pauta de exportações, a redução das linhas de financiamento externo e as mudanças nas expectativas dos empresários e consumidores produziram, no último trimestre de 2008, efeitos negativos sobre nossa economia. Caiu ou desacelerou-se a produção em alguns setores – especialmente na indústria automobilística, que vinha crescendo a taxas extraordinariamente elevadas –, diminuiu em dezembro, além do habitual, a geração de empregos formais, contraiu-se e encareceu o crédito interno e desaceleraram-se as vendas ao varejo. Tendências que já vinham se manifestando anteriormente – o forte crescimento das remessas de lucros para o fora do país e o mais rápido aumento das importações em relação às exportações – acentuaram-se e elevaram significativamente o déficit em nossas transações correntes com o exterior. Em janeiro de 2009, a crise já se refletiu na balança comercial, com um déficit que pode ser momentâneo, mas que merece a atenção do nosso governo.

O governo Lula reagiu com firmeza aos impactos da crise. As medidas para restaurar a normalidade no mercado de crédito surtiram efeito, apesar da atitude inaceitável dos grandes bancos que retraíram a concessão de crédito e aumentaram muito as taxas de juros, apesar da forte redução dos compulsórios. A atuação dos bancos públicos foi ampliada, contribuindo para garantir a liquidez e, de maneira similar ao que vem fazendo os países desenvolvidos, para reforçar, com a presença do Estado, a solidez do setor financeiro.

A estratégia do governo Lula de enfrentar a crise com uma visão anticíclica, buscando ao mesmo tempo amortecer seus impactos e pavimentar o caminho para a retomada, em outro patamar, do processo de crescimento, manifesta-se na decisão de aumentar em R$ 100 bilhões os recursos do BNDES para financiar investimentos, na manutenção e ampliação do programa de investimentos da Petrobrás; na criação do Fundo Soberano; e no fortalecimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Manifesta-se também nas medidas adotadas para preservar a demanda interna e proteger os setores de menor capacidade econômica: na redução do IPI do setor automotivo, do IOF das operações de crédito e do Imposto de Renda da Pessoa Física; na proposta de construção de 500 mil casas populares, bem como no aumento do salário mínimo em mais de 6% acima da inflação e na preservação dos benefícios do Bolsa-Família. Destoa, nesse contexto, a postura do BC, que demorou demasiadamente para reduzir a taxa Selic e não atua de forma decidida para induzir a redução do spread bancário.

Os neoliberais que nos antecederam no governo do Brasil, que ainda governam Estados brasileiros e cidades muito importantes, que tem forte presença no Congresso Nacional, que tem o apoio da grande mídia, precisam responder solidariamente pelo que acontece no mundo. A sua derrota nacional em 2002 e em 2006, foi decisiva para que o Brasil estivesse em outro patamar ao eclodir a crise mundial. Agora, eles se recolhem silenciosos, a despeito de sua irresponsabilidade e submissão anteriores, e ficam inertes nos governos que exercem ou criam obstáculos às políticas nacionais antiliberais. É nosso momento de entrar firme na luta política e ideológica, no debate nacional e local, reafirmando a correção das medidas antineoliberais dos dois governos do presidente Lula, que criaram as condições para o Brasil e o seu povo estarem mais bem posicionados nesta conjuntura. É o momento de defender as medidas tomadas pelo governo federal e de explicitar, aplicar e defender as medidas anticrise dos nossos governos estaduais e municipais. É o momento de revigorar a nossa luta sindical e social em defesa dos mais pobres, dos trabalhadores e das classes médias. É o momento de encarar os políticos do PSDB e do DEM, seus ideólogos e propagandistas, mostrar que eles não têm condições de dirigir o país, e cobrar deles políticas anticrise nos Estados e cidades onde ainda detêm o poder.

A disputa política no país deve ser concentrada na gestão da crise. A liderança política do presidente Lula, cada dia mais consolidada, será questionada pela maneira como o governo enfrentar os desafios de uma conjuntura econômica mundial, muito mais difícil e complexa do que a vivida pelo país desde o pós-guerra.

O PT apóia a postura decidida do Presidente e saúda a forma como o ministro Mantega tem se posicionado, dentro e fora do país. Mas reafirmamos que a redução rápida e forte da taxa Selic é fundamental para reduzir o custo da dívida no Orçamento da União e estimular investimentos. Não há razão técnica justificável para manter juros reais de mais de 7%, quando os principais bancos centrais do mundo praticam taxas próximas de zero ou negativas.

A política anticrise do Governo Federal para manter alta a taxa de investimento deve se guiar por critérios sócio-ambientais: a) geração de emprego; b) atendimento preferencial aos segmentos de renda mais baixa da população; c) menor impacto ambiental.

As políticas de crédito, subsídios e incentivos fiscais devem favorecer de forma diferenciada os processos produtivos amigáveis ao meio ambiente e os produtos que incorporem serviços ambientais.

Porém, o enfrentamento da crise não pode estar circunscrito à responsabilidade do governo federal. É necessário um movimento nacional envolvendo os três poderes nas suas diversas esferas.

O governo Lula neste segundo mandato e, em especial, com o advento do PAC, constituiu um novo patamar nas relações entre os entes federativos, principalmente no que tange à transferência de recursos e financiamentos de projetos e obras estruturais.

A emergência de impulsionar os investimentos públicos no sentido de dinamizar a economia nacional tem nesta nova relação um instrumento imprescindível para o sucesso das medidas anticíclicas. Contudo, o arcabouço jurídico e a estrutura burocrática do Estado brasileiro, herdadas do período de absoluta hegemonia neoliberal, onde a ordem era impedir investimentos e escassear as políticas públicas, são entraves que, muitas vezes, atrasam ou inviabilizam a execução da nossa estratégia de desenvolvimento.

É urgente que o país se adeque às suas novas necessidades e ao projeto de desenvolvimento que buscamos implementar.

O Diretório Nacional orienta as suas bancadas no Congresso Nacional a ter uma forte atuação no sentido da aprovação da Convenção 158 da OIT, em tramitação.

O PT se posiciona contra as propostas de flexibilização de direitos trabalhistas que estão sendo defendidas por parte do empresariado brasileiro, com apoio de setores da mídia. O PT repudia a postura de setores empresariais que lucraram muito nos últimos anos e, diante das primeiras dificuldades, recorrem às demissões como forma imediata de ajuste. Em especial, as empresas que especulavam com derivativos e se atolaram em dívidas a partir da irresponsabilidade de seus gestores. Que o BNDES faça constar nos contratos de empréstimos às empresas cláusulas que impeçam a demissão de trabalhadores.

O PT, nos estados e em cada cidade, deve estar presente na luta dos trabalhadores contra as demissões e reafirmar sua histórica solidariedade com o movimento sindical.

A eleição das mesas da Câmara e do Senado mostrou um PT coerente e compromissado com o governo Lula. Na Câmara, honramos o acordo legítimo de 2007, que resultou na eleição de Arlindo Chinaglia, e apoiamos a candidatura de Michel Temer, proposta pelo PMDB. No Senado, apoiamos a candidatura de Tião Viana como símbolo de renovação das práticas políticas naquela casa.

A disputa das mesas no parlamento abriu as especulações e articulações rumo à campanha de 2010. É nítida a tentativa da oposição de atrair setores de nossa base parlamentar. Essa estratégia passa em grande parte pelas alianças regionais e por projetos estaduais, o que reforça a necessidade de ampliar nos estados e municípios o diálogo do PT com os partidos da base e iniciar o debate sobre as alianças potenciais para a eleição de 2010.

A disputa que se travará em 2010 será entre dois projetos. De um lado, as forças progressistas e de esquerda, que querem dar continuidade à ação do governo Lula, reduzindo desigualdades sociais e regionais, ampliando o investimento público, fortalecendo o papel indutor e planejador do Estado, gerando empregos e distribuindo renda, fortalecendo a saúde, a previdência e o ensino público, exercendo uma política externa que fortalece a soberania e a integração continental. De outro lado, as forças neoliberais, conservadoras e de direita, que de 1990 até 2002 privatizaram, desempregaram e arrocharam o povo brasileiro, implementando em nosso país as mesmas políticas que estão na raiz da crise mundial.

A vitória do projeto progressista e de esquerda começa a ser construída, desde já, na reação do governo, dos movimentos sociais, dos partidos de esquerda, especialmente o PT, frente à crise. É preciso impedir que a crise jogue o país na recessão; mais do que isto, é preciso transformar a crise numa oportunidade para acelerar a transição, já iniciada pelo governo Lula, em direção a outro modelo econômico-social.
É preciso que os governos municipais e estaduais progressistas e de esquerda também implementem políticas anticrise. Onde somos oposição, é preciso enfrentar as medidas conservadoras adotadas por governos como os de Yeda Crusius, José Serra e Aécio Neves. Neste sentido, o PT deve estar na linha de frente de toda a mobilização social contra as tentativas de governos e empresários que busquem fazer os trabalhadores pagar a conta da crise. É necessário defender o emprego, exigir a redução dos juros e do spread bancários e agilizar a execução orçamentária.

A vitória do projeto progressista e de esquerda dependerá, em grande medida, da articulação do campo democrático-popular e da construção de um programa para o próximo mandato presidencial, que articule o que fizemos desde 2003 com nosso projeto democrático-popular de horizonte socialista.

Nosso programa deve desmascarar a proposta dos partidos conservadores e de direita fazem, que combina neoliberalismo com desenvolvimentismo conservador. O Brasil já experimentou fortes surtos de desenvolvimento, mas sempre marcados pelo conservadorismo político, pela desigualdade social e pela dependência externa. Não queremos isto de volta. Queremos um desenvolvimentismo popular, que exigirá aprofundar o que foi feito nos últimos anos, com destaque para as reformas tributária, política, urbana, agrária, o apoio à pequena e média empresa e a democratização da comunicação social, entre outras medidas.

Cabe à militância petista e às direções partidárias em todo o país fazer esse debate, reforçando o caráter pedagógico da experiência prática vivida por milhões de brasileiros que aprovam o governo Lula e que desejam que o Brasil continue a se desenvolver.

Contribuindo para trazer insumos à nossa luta política e ideológica, a Direção Nacional do PT e a Fundação Perseu Abramo, em conjunto com os partidos do campo progressista e a CUT, com os grandes movimentos sociais e com a intelectualidade de esquerda, realizarão seminários sobre a crise nas várias regiões do país, com o apoio das direções estaduais e dos diretórios municipais, independentemente de iniciativas deste tipo que as direções do partido em todo o país devem tomar ao curso deste ano de 2009.

Lamentamos que nesse empenho já não possamos contar com a garra e sensibilidade do companheiro Adão Preto, militante combativo da luta agrária, cuja vida honrou a bandeira do PT. Apesar da lacuna que sua perda significa, sua prática política e seu compromisso com nosso povo são legados de inestimável valor para nossa militância.

Diretório Nacional do PT
Brasília, 10 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Emoção e homenagem a chegada do corpo de Adão Pretto

Recepcionado com a canção 'O Colono', de autoria de Teixeirinha - uma das preferidas do ex-deputado - e executada por três músicos que estiveram juntos em toda sua trajetória política, o corpo do deputado Adão Pretto chegou a Assembléia Legislativo, no início da tarde de hoje (5/2). Muito emocionados, familiares, amigos, companheiros de trabalho e de atuação política, como João Pedro Stédile, Olívio Dutra, Flavio Koutzii, Eduardo Suplicy, Ivar Pavan, além de todos os deputados estaduais do PT, acompanharam a entrada do féretro na sede do Parlamento gaúcho.
Segundo Cecéu, como o gaiteiro Dirceu Dornelles é mais conhecido, a música era parte importante da vida de Adão Pretto. "Ele gostava muito de tocar e cantar; aliás, foi assim que começou na política, fazendo versos, cantigas e trovas. Adão era um execelente trovador", lembrou. Junto com ele, estavam Severiano Telles e Daniel Machado, ambos de gaita na mão.
Cecéu disse que a morte do parlamentar foi uma surpresa. "Ninguém esperava, nem a família, nem a equipe do gabinete", afirmou.

Pesar

O adeus ao deputado Adão Pretto reflete a sua firme trajetória política e de vida. Antes mesmo de o corpo chegar ao salão Júlio de Castilhos, o saguão e corredores do Parlamento Estadual já estavam lotados por lideranças políticas e por trabalhadores do campo e da cidade. O ex-deputado morreu na manhã desta quinta-feira (5), no hospital Moinhos de Vento e deixou nove filhos, nove netos e um bisneto.
O corpo chegou ao Parlamento às 15h25 minutos e foi saudado com música, melodias e palmas pelos integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e recebido pelo presidente da Assembléia, deputado Ivar Pavan.
Os primeiros 30 minutos do velório foram reservados à família e aos amigos mais próximos. Depois, o ato fúnebre será aberto à população e a palavra estará à disposição dos movimentos sociais e de políticos. As bandeiras do PT, do MST e da Via Campesina cobrem o corpo do companheiro Adão Pretto.
Os ministros Tarso Genro, da Justiça, Guilherme Cassel, do Desenvolvimento Agrário, Altemir Gregolin da Pesca e Paulo Vanucci, dos Direitos Humanos já confirmaram presença no sepultamento, que acontecerá às 10h desta sexta-feira (6), no Cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre. “A marca de Adão Pretto ficou evidenciada pelo respeito de todos os partidos políticos. Nos dias que antecederam a sua morte, deputados das mais diversas agremiações da Câmara Federal manifestaram na tribuna seu apreço por ele”, salientou Nilton Tubino, Chefe de Gabinete do lutador consagrado com um pé na luta e outro no parlamento.
O senador Eduardo Suplicy veio acompanhar o velório, além de Walter Pomar, da Executiva Nacional do PT e dos deputados Paulo Teixeira (PT/SP) e Beto Faro, (PT/Pará) e da deputada Iriny Lopes (PT/ES). O presidente do PT/RS, Olívio Dutra, e sua mulher, Judith Dutra, foram os primeiros a chegar para o velório. O líder da bancada do PT, deputado Elvino Bohn Gass, disse que não se pode falar em redemocratização, reforma agrária, movimento social e luta popular sem lembrar de Adão Pretto. “Ele é o símbolo desta luta e o nosso desafio é seguir a sua trajetória”.
Em homenagem ao deputado e companheiro, assentados expuseram produtos da agricultura familiar no saguão da Assembléia Legislativa. Lá estavam a erva-mate e o vinho, muito apreciados por Adão Pretto. “Além de ele ser um grande batalhador, era um grande amigo”, pontuou Darcy Zatti, do assentamento Nova Santa Rita – Itapuí, distante a 45 quilômetros de Porto Alegre e que o conhecia desde 86 por ocasião da luta pela terra na Fazenda Anonni.
Para a deputada Maria do Rosário (PT), Adão Pretto foi um lutador do povo e exemplo para o PT e para o povo brasileiro. “No lugar da saudade, nós do PT devemos colocar o reforço na luta pela reforma agrária”, adiantou a parlamentar petista.

Nota do PT Gaúcho

Entristeceu a todos petistas, militantes e lutadores sociais a notícia do falecimento, nesta quinta-feira (5/2), do deputado federal Adão Pretto. O Partido dos Trabalhadores do RS, profundamente consternado, manifesta sua solidariedade à família do companheiro Adão Pretto, cuja vida foi marcada pela fidelidade a luta dos trabalhadores do campo e da cidade.
O velório será no Salão Julio de Castilhos da Assembleia Legislativa, a partir das 13h30min.
A sessão de hoje foi cancelada. O sepultamento esta marcado para amanhã, sexta-feira, às 10horas no cemitério Jardim da Paz, em Porto Alegre.
Por sua militância, sempre apoiada nos princípios fundantes do Partido dos Trabalhadores, aliada a força daqueles que nascem com a vontade de fazer justiça social, o companheiro Adão Pretto nos deixa um exemplo de vida que somente aqueles não se curvam ao imediatismo e a burocracia da política podem deixar.
Para o presidente do PT/RS, Adão Pretto é o símbolo da boa luta, “e honra o PT com sua conduta obstinada, que vez avançar a luta dos movimentos sociais no parlamento. Perdemos a convivência de corpo presente com o companheiro Adão”, acrescenta OlívioDutra, “mas o exemplo de sua trajetória será eterno entre nós, sempre iluminando nosso caminho”.
Com estas palavras a direção do PT/RS manifesta seu pesar por esta grande perda para a luta dos movimentos sociais do País e para o Partido dos Trabalhadores.

Direção do Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul

Lourenciano assume a Azonasul

O prefeito de São Lourenço do Sul, José Sidney Nunes de Almeida (PT), assumiu ontem (3), a presidência da Associação dos Municípios da Zona Sul (Azonasul) para a gestão de 2009. A eleição ocorreu sem disputas, através da aclamação unânime da chapa de consenso apresentada pelos prefeitos com a participação de diversos partidos políticos. Em 44 anos de história, esta é a primeira vez que o Partido dos Trabalhadores assume a presidência da entidade.
José Nunes, que atua na política há diversos anos, declarou em seu discurso de apresentação estar orgulhoso em ter a oportunidade de assumir a liderança de uma importante entidade. “Estou assumindo o comando de uma associação que apresenta um vigor extraordinário. Assim, minha linha de trabalho buscará a continuidade de ações”, afirmou.
O novo presidente ainda elencou como metas de sua gestão o trabalho coletivo para a abertura de novos horizontes na região; o cumprimento das metas estabelecidas no Planejamento Estratégico da entidade, que foi elaborado ao longo em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS) e, principalmente, a união e o espírito de parceria entre os 23 prefeitos da região. Ao cumprimentar seu antecessor, Hamilton Lima, prefeito de Chuí, Almeida enalteceu o trabalho de coesão dos prefeitos fomentado pela última gestão e as ações realizadas em prol do fortalecimento do municipalismo, como a expansão dos serviços da Azonasul e a aproximação da entidade junto aos órgãos e entidades representativos do estado e país.
O lourenciano José Almeida, 44 anos, é casado, tem dois filhos e atua na política desde o período estudantil. Formado em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), foi vereador por dois mandatos e assumiu a prefeitura no ano de 2004, reelegendo-se em 2008 para o segundo mandato.

Nova Diretoria:


1º Vice-Presidente: CASSIO LUIZ FREITAS MOTA – Canguçu – PP


2º Vice-Presidente: JOSÉ VICENTE DE F. FERRARI – São José do Norte – PSDB


Secretário: RUI BRIZOLARA – Morro Redondo – DEM


Secretário Adjunto: FÁBIO DE OLIVEIRA BRANCO – Rio Grande – PMDB


Tesoureiro: JORGE LUIZ CARDOZO – Arroio Grande – PDT


Tesoureiro Adjunto: ALINE TORRES DE FREITAS – Santana da Boa Vista – PTB


CONSELHO FISCAL


TITULARES:


CLAUDIO FERNANDO BRAYER – Santa Vitória do Palmar – PT


VILSO DA SILVA GOMES – Piratini – PSDB


ADOLFO ANTÔNIO FETTER JUNIOR – Pelotas – PP


SUPLENTES:


HAMILTON SILVÉRIO LIMA – Chuí – DEM


JOÃO SERAFIM QUEVEDO – Capão do Leão – PDT


JOSÉ CLAÚDIO MARTINS – Jaguarão – PT

O lutador camponês

O deputado Adão Pretto (PT-RS), de 63 anos, morreu nesta quinta-feira (5), às 7h50, em Porto Alegre. O deputado estava internado há 20 dias em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Moinhos de Vento, onde se submeteu a uma cirurgia para retirada do pâncreas.
De acordo com a assessoria do deputado, ele não reagiu à cirurgia e teve uma parada cardíaca. O velório será realizado a partir das 9h30 na Assembléia Legislativa gaúcha. O sepultamento ainda não foi marcado, segundo informações da Agência Câmara.
A ex-senadora Emília Fernandes, também do PT, é a primeira suplente da vaga deixada pelo deputado.
Um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do Sul, Adão Pretto estava no sexto mandato consecutivo como deputado. Filiou-se ao PDT em 1980 e no PT em 1985, ano em que se elegeu deputado estadual.
Em 1991, tomou posse, pela primeira vez, como deputado federal, e seria reeleito seguidamente para outras cinco legislaturas. O deputado era presidente da Comissão de Legislação Participativa.
Adão Pretto despontou como uma liderança expressiva do movimento camponês no interior do Rio Grande do Sul. Participou das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), instituições ligadas à Igreja Católica. Chegou à presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Miraguaí.
Na Câmara, opunha-se aos ruralistas na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Sua principal bandeira política foi a reforma agrária. Chegou a escrever um livro sobre o tema: "Queremos Reforma Agrária" (Editora Vozes, 1987).
O último projeto de lei do deputado Adão Pretto foi apresentado em outubro do ano passado. A proposta acaba com o pagamento de indenização compensatória nos processos de desapropriação para fins de reforma agrária.
Adão Pretto deixa uma lacuna no movimento camponês brasileiro.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

PT revê posição

As possíveis expulsões de vereadores petistas em Pelotas, estão fadadas a não acontecerem, Paulo Oppa e Ivan Duarte devêm pagar a quantia de seu programa de TV ao partido em torno de 10 mil reais e permanecerem na sigla.
A executiva estadual do PT, resolveu a questão afirmando a importância política de ambos para a formulação de ações voltadas ao desenvolviemnto de Pelotas.

Gestão compartilhada

Inicia-se em 2009 e 2010 na Assembléia Legislativa, um marco histórico e político no RS, PT e PDT, uma gestão compartilhada que visa ampliar os trabalhos das comissões e procurar resolver demandas a longo prazo da casa, um sem desfazer o trabalho do outro.
No ano de 2009, a presidência da casa, fica com o Deputado Estadual Ivar Pavan (PT), ao qual será o primeiro petista no cargo, um fato histórico para o PT.
Em 2010, assume o PDT, com o Deputado Cherini, que estava acompanhado dos presidentes dos respectivos partidos, Olívio Dutra (PT) e Romildo Bolzan (PDT). O acordo prevê que os cargos serão compartilhados também partidariamente nos dois anos de gestão.
De fato, este movimento político visa uma aproximação política com vista a eleição estadual em 2010, e fortalece o campo democrático popular.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A mulher conquistando o Brasil

Inegavelmente, o Brasil vem aos poucos recuperando a sua dívida social com os negros, os idosos, com os indígenas e com as camadas populares não assistidas por governos neoliberais.
O Brasil ousou e colocou um metalúrgico presidente da república, agora os cenários apontam que o Brasil, pela primeira vez em sua história pode colocar uma mulher de presidenta. Uma mudança radical, tanto na mentalidade, quanto no respeito as mulheres.
De currículo invejável, a militante socialista, exemplo de gestora pública no governo do RS, e há quase 8 anos no governo brasileiro vem recuperando e orientando com o Presidente Lula, os rumos do país, Dilma Rousseff, é o principal nome petista e a preferida de Lula para a sucessão.
Imaginem-só, depois de um metalurgico, uma mulher com todo a representatividade histórica e política que Dilma possuí, é sem dúvida manter o país num rumo certo.
E a questão é tão propícia, que as mulheres, que no Brasil são maioria, segundo última divulgação do Censo, demonstram confiança no nome de Dilma que já participou desde seu ingresso no governo de inúmeros encontros femininos.
Dilma, quem sabe, uma presidenta? Pense nisso!